Resenha: “As armas da persuasão” de Robert Cialdini

“As Armas da Persuasão” é um livro escrito por Robert Cialdini, professor de psicologia social da Universidade Estadual do Arizona.

Publicado pela primeira vez em 1984, o livro se tornou um clássico na área de psicologia social e negociação, fornecendo insights valiosos sobre as táticas de persuasão utilizadas em diferentes contextos, desde vendas até campanhas políticas.

A obra é um guia abrangente sobre as seis armas da persuasão e como reconhecê-las e resistir a elas, fornecendo informações úteis para aqueles que desejam ser persuasivos ou resistir às tentativas de persuasão.

Quais são as 6 armas da persuasão?

Com base no livro “As Armas da Persuasão”, as seis armas da persuasão são os princípios fundamentais utilizados por pessoas influentes em todo o mundo para persuadir outras pessoas a agirem de uma determinada maneira.

A seguir, detalhamos cada uma dessas armas:

Reciprocidade

Esse princípio afirma que, quando alguém nos faz um favor ou nos dá algo, sentimos uma obrigação de retribuir. Essa obrigação pode ser usada para persuadir as pessoas a agirem de uma determinada maneira.

Por exemplo, um vendedor pode oferecer uma amostra grátis de um produto para que os clientes se sintam obrigados a comprar algo em troca.

Compromisso e coerência

Esse princípio afirma que, quando tomamos uma decisão ou assumimos um compromisso, somos mais propensos a nos comportar de maneira coerente com essa decisão.

Isso pode ser usado para persuadir as pessoas a agirem de uma determinada maneira, fazendo com que assumam compromissos pequenos e gradualmente maiores.

Por exemplo, um vendedor pode começar pedindo uma pequena doação e, em seguida, aumentar o valor da doação solicitada, uma vez que a pessoa tenha se comprometido.

Aprovação social

Esse princípio afirma que as pessoas são influenciadas pelo comportamento de outras pessoas ao seu redor.

Isso pode ser usado para persuadir as pessoas a agirem de uma determinada maneira, apelando para o desejo de pertencer a um grupo.

Por exemplo, um restaurante pode colocar um sinal na porta indicando que é o “restaurante mais popular da cidade”, fazendo com que as pessoas queiram entrar e experimentar a comida.

Afeição

Esse princípio afirma que as pessoas são mais propensas a serem persuadidas por aqueles que elas gostam e respeitam.

Isso pode ser usado para persuadir as pessoas a agirem de uma determinada maneira, construindo relações positivas e afetuosas.

Por exemplo, um vendedor pode tentar estabelecer uma conexão pessoal com um cliente, perguntando sobre seus interesses ou fazendo elogios.

Autoridade

Esse princípio afirma que as pessoas são mais propensas a serem persuadidas por aqueles que parecem ter autoridade ou experiência em um determinado assunto.

Isso pode ser usado para persuadir as pessoas a agirem de uma determinada maneira, apelando para a autoridade de um especialista ou líder.

Por exemplo, um médico pode recomendar um determinado tratamento para um paciente, fazendo com que o paciente se sinta mais confiante em seguir as orientações.

Escassez

Esse princípio afirma que as pessoas são mais propensas a valorizar e desejar algo quando acreditam que é raro ou limitado.

Isso pode ser usado para persuadir as pessoas a agirem de uma determinada maneira, criando um senso de urgência ou exclusividade em torno de um produto, serviço ou oportunidade.

Por exemplo, um vendedor pode dizer que há apenas um número limitado de produtos disponíveis para venda, fazendo com que os clientes se sintam pressionados a comprar rapidamente.

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